Não há nada tão frágil, tão inesperado e tão injusto como aquilo que separa a vida da morte. 

Estamos cá todos por um fio. E esse fio é incrível. Devíamos agradecer por ele. Todos os dias

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6 thoughts on “

  1. Esta espantosa fotografia, deixou-me a pensar na sorte que tenho de todos os dias agradecer tudo o que tenho. Sempre que surge a oportunidade, chamo a atenção dos meus filhos para a importância de valorizar o tanto e o tudo que têm.
    Mas, ao olhar à volta, ao ver o que acontece e como tenho tido sorte … muitas vezes estremeço… depois lembro que a Vida sempre continua, como diz o poema de Sophia de Mello Breyner
    Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta
    Continuará o jardim, o céu e o mar,
    E como hoje igualmente hão-de bailar
    As quatro estações à minha porta.

    Outros em Abril passarão no pomar
    Em que eu tantas vezes passei,
    Haverá longos poentes sobre o mar,
    Outros amarão as coisas que eu amei.

    Será o mesmo brilho, a mesma festa,
    Será o mesmo jardim à minha porta,
    E os cabelos doirados da floresta,
    Como se eu não estivesse morta

    *sem querer impingir poemas…

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