Os básicos (ou Maria, a madura?


Percebi, ao olhar para as roupas que lhes fiz em 2016 que, o que tenho mesmo de fazer mais são as peças básicas que mais se usam no dia a dia. 

Ou seja, se quero mesmo deixar de comprar roupa ( será que quero?) não vou longe com camisas e vestidos.

Aquelas peças simples, que custam um ou dois euros em qualquer loja, provavelmente produzidas pelas mãos de crianças ou de adultos explorados são as que mais fazem falta num armário de uma criança.

Elas estavam a precisar de umas calças de fato de treino e de t-shirts básicas. Pensei ir comprar, mas depois, um misto de preguiça de ir às compras e um esforço   para  ter um consumo mais consciente (e com a aproximação da Fashion revolution Week) lá resolvi experimentar. Com moldes que tinha comprado para outros fins, mas tão versáteis que já usei para várias coisas diferentes.

E descobri várias coisas: são super rápidas de fazer, dão um gosto incrível e, o melhor de tudo, o resultado final é extraordinário. Ou seja toda aquela trapalhice de que falo nas minhas costuras, desaparece. (Ou será que sou eu que atingi, finalmente e ao fim de sete anos, a maturidade na costura?)

Não sei. Mas vou continuar.

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