Cenas do fim de semana (ou onde tudo acontece)

                   

  
  


 

E é assim, quando vamos para o sítio em que tudo acontece. Não há birras, nem zangas, nem discussões. Não existem horários para cumprir (mas há tempo para tudo), não há obrigações (mas todos querem sempre fazer alguma coisa).

Só a felicidade elevada ao seu mais alto grau. De todos mas em especial da Luz. Diz que queria muito lá viver e que, quando crescer muda-se para lá. Diz que vai ser bom, e que os filhos dela vão ter muita sorte porque ela nunca vai ter um carro e vai buscá-los todos os dias à escola de… Cavalo.

E quando nos vimos embora, sempre com a sensação que nos soube a pouco e a esperança de, muito em breve, o sonho da Luz se tornar realidade.

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Cenas de Fevereiro 


  

 
  

 

Incrivel. Bem sei que Fevereiro é curto, mas mesmo assim não é desculpa. Foi ontem que fiz o post de Janeiro. Ou é impressão minha? E hoje estou a recapitular Fevereiro…. Enfim deixamos passar o Natal, sofremos com um Janeiro gigante e frio e depois ninguém os para, mês após mês a passar em catadupa, até meio do ano.

Fevereiro foi um bom mês. Quando temos a sorte de passar um fim de semana no campo, tudo fica melhor. O ar puro dá-nos uma espécie de extra boost para as semanas que se seguem.

Dos compromissos 2016 fiquei mais contente com uns, menos com outros: A peça de roupa correu  muito bem. Um vestido para a Luz, um gorro para cada um deles e  uma camisa para um dos melhores amigos do Jacinto. (Well done ! ) .

As corridas correram médio bem, e embora tenha acelerado bastante o meu ritmo (que tinha decidido no início de mês ) fui mais ou menos assídua e faltou me um treino longo pos ainda me faltaram 17km para fazer os prometidos 100. Culpa em parte minha em parte da minha parceira Rita ter-se lesionado… As madrugadas sem companhia são muito dolorosas, confesso.

O programa, sendo de todos os compromissos o mais difícil de avaliar – porque eu própria não sabia a que me referia concretamente – destaco o fim de semana de Carnaval em pleno campo, um simpático almoço com amigos perto de Santarém  e um teatro divertido, num dos mais belos parques da cidade de Lisboa – o parque do Monteiro Mor: o Cavaleiro da Armadura Enferrujada em cena nos próximos meses no Museu do Teatro no Lumiar. Vale a pena ver o teatro e ir preparado para uma valente aventura no parque imenso que o rodeia.

Ah e claro, o mais importante do mês  de Fevereiro:  os anos da minha querida mãe é uma festa rodeada dos filhos e netos!

Janeiro em imagens

 

Janeiro sempre foi, até ao nascimento do Jacinto o mês que menos gosto. Mês comprido, frio, com pouca graça e com pouco dinheiro. Claro que em 2007 passou a ter a maior das graças, faz anos o meu filho mais velho.

Resumindo, este ano o mês de Janeiro trouxe, como todos, coisas muito boas e outras menos boas. Uma passagem de ano muito especial, que me fez acreditar que 2016 vai ser um excelente ano e também comprometer-me com algumas tarefas que teria muito gosto em ver mensalmente cumpridas. Este mês posso-me orgulhar de ter conseguido concretizar todas (percebi que o sempre prometido comer melhor e ler um livro por mês não era exequível). Corri mais de 100km, fiz uma aventura (espécie de) e fiz duas peças de roupa. Estou com uma fantástica sensação de missão cumprida!

O Jacinto fez 9 anos e acho que lhe conseguimos proporcionar um aniversário mesmo como ele queria e um dia (mais propriamente um fim de semana) inesquecível.

A Associação onde trabalho comemorou 20 anos e celebrámos este dia com uma grande festa para todos, que correu tão bem como imaginámos.

Ainda destaco o programa espectacular de uma ida familiar ao Oceanário (e a sorte que tenho de ter amigos que se lembram de nós quando têm bilhetes que não vão poder usar). Não há descrição de o que eles (os 4) adoraram desta visita. Valeu mesmo.

No último dia do mês (todos os meses deviam acabar num domingo, dá mesmo jeito para estes rewinds) fiz pela primeira vez a Corrida do Fim da Europa que há muito queria fazer. Cheguei ao fim e fiquei contente com o resultado. Mas, o que mais gostei foi a beleza desta prova: Sintra – Cabo da Roca. Valeu mesmo.

 

 

 

 

Negócios caseiros



  

Às 17.30/ 17:45 estamos todos em casa. É aqui que reside o “tempo” que tantas pessoas nos questionam. Estou sempre a repetir. Mas… há uma parte que não explico.

Quando chegamos a casa não nos vamos, sentar no quarto a brincar com os filhos ou sentá-los no sofá a ver televisão. O nosso fim de tarde é, na verdade a parte mais dinâmica e trabalhosa do nosso dia.

Somos todos ocupados mas, quem comanda as operações somos nós e, por isso quem se junta a nós, são eles. (não que não dedique alguma parte da tarde a brincar e a fazer TPC’s, atenção!)
Normalmente a cozinha é o sitio onde passamos mais tempo quando regressamos a casa. Preparamos um segundo lanche (vêm sempre cheios de fome da escola), eu vou preparando e adiantando algumas coisas. Sopas, bolachas, cereais, o jantar etc. No Inverno gosto de fazer um chá, que todos vão bebendo. Eles vão entrando e saindo conforme lhes apetece. Nós também. Na verdade, ao fim da tarde só não faço tricot…
Mas, mais importante do que estes momentos, é o facto do regresso a casa cedo não significar que o trabalho acabou. Muito pelo contrário. Porque temos, e cada vez a crescer mais, dois “negócios” familiares. Ou melhor, o meu contributo neste negócio não é mais do que preparar o jantar e ir gerindo os meninos porque, na verdade é tudo feito por ele.

Como faz tudo, para além de tratar da nossa horta, o Francisco, quando chega a casa veste a camisola. Ora de pintor, ora de marceneiro. Claro que há dois rapazes lá em casa que já lhe querem seguir as pisadas e que vivem orgulhosos deste homem faz tudo que é o pai deles. Querem aprender tudo e, sempre que podem lá vão eles para o atelier do pai, que entre tintas e goivas lá lhes vai ensinando algumas coisas.

A pintura há muito que faz parte da sua vida, e tenho a certeza que chegará o dia em que poderá ser este o principal trabalho da sua vida.

A dedicação ao trabalho com madeira é mais recente, uma paixão a crescer a olhos vistos e da, mesma forma que um negócio também a crescer a olhos vistos (como não podia deixar de ser, pois não há peças com as dele).

Eu, não só como sua mulher mas como parte integrante deste nosso negócio familiar , não posso deixar de fazer publicidade ao facto dos seus desenhos estarem  todos com saldos de 40% até ao próximo dia 15 de Janeiro e de vos convidar a tod@s a espreitarem (e não só!) a sua página de desenhos e pinturas aqui. Como também a verem o trabalho espectacular que faz com madeira.

Quando começarem a ter as suas obras em casa, seja os seus desenhos pendurados na parede ou as suas peças de madeira para servirem seja o que for, vão perceber que não é só por ser ELE que faço aqui publicidade.

Sexta feira parte 5

  
  

  
  

Dia de chuva e sexta feira é, para quem tem filhos pequenos, a combinação perfeita. Ou seja: já que sabes que não vais sair à noite então nada como sentir como é quente e acolhedor o nosso lar.
Como já tenho vindo a contar aqui, aqui e aqui, a sexta feira é uma noite familiar muito importante para nós (na verdade a única noite que temos verdadeiramente com eles ao fim de semana, pois cá em casa as crianças estão excluídas da noitada ao sábado e ao domingo .

Hoje disse-lhes que íamos aproveitar o dia lindo que esteve e fazer um piquenique… de pijama. Peguei no nosso cesto, pus o meu chapéu et… Voilá! fizémos um piquenique bem no meio da nossa sala, com tudo a que temos direito, claro: Maçarocas , salsichas frescas, batatas fritas e uma boa salada de queijo cabra. Palitos de cenoura com molho  e , claro uns queques de chocolate acabadinhos de sair do forno (a parte boa de fazer um piquenique em casa é ter tudo quentinho e acabado de fazer!)

No fim, em vez de uma sesta à sombra fizemos desenhos, tricot e ouvimos uma história . E assim acabou a nossa sexta feira…(mentira, ainda não acabou que eles estão acordados enquanto escrevo este post, ninguém quer dormir, deve ter sido se terem apanhado demasiado sol. Para a próxima também eles põem um chapéu!)