Meu querido mês de Junho


(Fotografias tiradas ontem , no nosso jantar -piquenique comemorativo do dia da Criança)
Mês de Junho, dia da criança, fim da escola, dos trabalhos e das regras. Arraiais, chinelos, sardinhas. Acabaram-se as rotinas, a alimentação saudável, a sopa.
Olá cerejas, cervejas, piqueniques. Este mês tudo é na rua. É mês de deitar tarde, acordar cedo. Dormir pouco, de janela aberta e acordar com o sol a bater-nos na cara. São férias sem ser  férias.  É praia sem ser fora. São sestas debaixo das árvores, nódoas de ameixas, e corados nas bochechas.
Tudo é alegre, tudo é feliz no meu querido mês preferido.
Bem vindo sejas, Junho.

 

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Puzzles páscoa e primos


  
  
  
  

  
  

Na verdade, o que gosto mesmo éde arranjar desculpas para ter coisas para fazer e a Páscoa, é uma excelente desculpa. Tem tudo. Família, coelhinhos, ovos, flores, Primavera e fim de semana grande.

A sexta feira, foi um dia perfeito. Sol quentinho, praia, piquenique e um passeio pelo Oeste. Só nos faltou apanhar o mexilhão (eu que gosto tanto de tradições só este ano soube que esta existia – podem ter a certeza que, para o ano arregaço as calças e vou ao mexilhão).
O sábado, chuvoso serviu para preparar o almoço e a casa para a Páscoa que, este ano, foi lá em casa: primeiro unss Coelhinhos como individuais- foi amor à primeira vista. Tirei a ideia daqui e o molde daqui, usei um feltro azul (embora um bocadinho fininho funcionou bem). Ficou a mesa das crianças muito apetitosa e animada. Agora, de certeza que os vão querer  usar todos os dias …

Depois, eu e a Luz fomos de tesoura em punho apanhar flores para o meio da rua. Um dó porque ainda não há muitas flores, principalmente no meio da cidade embora  ainda tenhamos trazido um bom ramo de Jasmim que perfumou a casa toda. E, apesar de tudo, as mesas ficaram bem floridas.
A caça aos ovos este ano foi diferente, visto que em anos anteriores foi um enjoo a quantidade de chocolate ingerido. Manteve-se a procura mas, em vez de procurar ovos, os meninos tinham de procurar peças de um puzzle. O Francisco, usando restos de madeira fez 6 puzzles, cada um com seis peças. Depois cada um deles fazia um desenho no seu  e… Conforme encontrassem as peças do seu puzzle é o completassem, ganhavam um cestinho (que fiz com a luz) com amêndoas e ovos.

Acho que adoraram. Ainda por cima agora a Jasmim ficou com imensos puzzles novos para brincar.

O bolo… bem o bolo fica para falar noutro post. É um bolo especial que faço muito de vez em quando e que, não sei porquê, gosto de fazer na Páscoa. Só para abrir o apetite: é um bolo em camadas intercalando de macarrons de avelã com um creme de chocolate e, no fim coberto de chantilly – é levezinho, não é? Claro que, depois, com as gemas que sobram  tenho de fazer um pão de ló, daqueles bem molhadinhos.

Por fim, depois de uma tarde bem passada com um lado da família, começa tudo outra vez com o outro lado da família. Mais primos, mais bolos, mais brincadeiras, mais familia.

E não é isto a melhor Páscoa que se pode ter?

Cenas do fim de semana (ou onde tudo acontece)

                   

  
  


 

E é assim, quando vamos para o sítio em que tudo acontece. Não há birras, nem zangas, nem discussões. Não existem horários para cumprir (mas há tempo para tudo), não há obrigações (mas todos querem sempre fazer alguma coisa).

Só a felicidade elevada ao seu mais alto grau. De todos mas em especial da Luz. Diz que queria muito lá viver e que, quando crescer muda-se para lá. Diz que vai ser bom, e que os filhos dela vão ter muita sorte porque ela nunca vai ter um carro e vai buscá-los todos os dias à escola de… Cavalo.

E quando nos vimos embora, sempre com a sensação que nos soube a pouco e a esperança de, muito em breve, o sonho da Luz se tornar realidade.

Cenas de Fevereiro 


  

 
  

 

Incrivel. Bem sei que Fevereiro é curto, mas mesmo assim não é desculpa. Foi ontem que fiz o post de Janeiro. Ou é impressão minha? E hoje estou a recapitular Fevereiro…. Enfim deixamos passar o Natal, sofremos com um Janeiro gigante e frio e depois ninguém os para, mês após mês a passar em catadupa, até meio do ano.

Fevereiro foi um bom mês. Quando temos a sorte de passar um fim de semana no campo, tudo fica melhor. O ar puro dá-nos uma espécie de extra boost para as semanas que se seguem.

Dos compromissos 2016 fiquei mais contente com uns, menos com outros: A peça de roupa correu  muito bem. Um vestido para a Luz, um gorro para cada um deles e  uma camisa para um dos melhores amigos do Jacinto. (Well done ! ) .

As corridas correram médio bem, e embora tenha acelerado bastante o meu ritmo (que tinha decidido no início de mês ) fui mais ou menos assídua e faltou me um treino longo pos ainda me faltaram 17km para fazer os prometidos 100. Culpa em parte minha em parte da minha parceira Rita ter-se lesionado… As madrugadas sem companhia são muito dolorosas, confesso.

O programa, sendo de todos os compromissos o mais difícil de avaliar – porque eu própria não sabia a que me referia concretamente – destaco o fim de semana de Carnaval em pleno campo, um simpático almoço com amigos perto de Santarém  e um teatro divertido, num dos mais belos parques da cidade de Lisboa – o parque do Monteiro Mor: o Cavaleiro da Armadura Enferrujada em cena nos próximos meses no Museu do Teatro no Lumiar. Vale a pena ver o teatro e ir preparado para uma valente aventura no parque imenso que o rodeia.

Ah e claro, o mais importante do mês  de Fevereiro:  os anos da minha querida mãe é uma festa rodeada dos filhos e netos!

As pirosas


Não é todos os dias que somos convidadas para irmos mãe e filha em programa arranjar as unhas.Também não é um convite qualquer que eu aceitaria para ir arranjar as unhas.

Felizmente é com muito orgulho que vivo rodeada de amigas, com que cresci, que hoje em dia são um sucesso. Amigas atrizes, cantoras, empresárias de sucesso. Amigas empreendedoras e com negócios que fazem a diferença. A Inês é uma delas. Minha amiga desde sempre. Ainda adolescentes conversávamos sobre as nossas diferenças na maneira de ser. A Inês, excelente aluna: Aplicada, dedicada e sobretudo muito inteligente. Já eu, o melhor é não falar muito sobre isso pois sei que chegará o dia em que os meus filhos vão ler este blog e há coisas que eles não precisam de saber. Fora da escola também eram muitas, pensávamos no futuro e lembro me que a ela lhe agradava a ideia, por exemplo de vir a ser matemática. Eu achava que ela não batia bem da bola e para mim veterinária ou jardineira seria um melhor futuro.

Enfim, não me querendo alargar muito lá fui eu e a minha filha mais velha, a convite da Inês, em programa de pirosas.

A Inês abriu agora a sua segunda loja YMMA (no alegro de Alfragide) e, na verdade gostei mesmo do conceito pois apresenta-se com três princípios fundamentais para mim:

– ser uma marca portuguesa

– rápido (sim, nem sequer aprofundei os outros serviços quando percebi que existe um chamado express onde fica tudo pronto em 15 minutos – para mim que vivo a fazer puzzles de tempo é perfeito)

– com  mega qualidade (o verniz normal dura tanto que achei que era aquele tal gel ou gelinho que anda na moda)

Para além disso tem o serviço princess para as crianças, ou seja programa perfeito para mãe e filha que, não sendo nada vaidosas, não se importam nada de umas mãos arrajandinhas, nem que seja por uns dias…

Obrigada amiga Inês. Valeu!