Bolsinhas para todos!

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Ainda não tinha sentido necessidade de eles terem bolsinhas separadas para levarem as suas escovas de dentes, cremes e outras coisas quando fossem dormir fora. Mas, na semana passada cada um foi para seu lado, e lá iam as escovas de dentes à solta nas mochilas. Foi então que, aproveitando o modelo copiado ao necessaire da minha sobrinha Leonor, num instantinho fiz um para cada um. Com as iniciais para não trocarem.
Normalmente não uso cola de tecido em nada, opto sempre por coser, mas desta vez, de forma a ser mais rápido, colei. Funcionou bem. Eles adoraram, mas claro que já usaram para pôr tudo lá dentro, menos a escova de dentes…

É carnaval, mas a mãe leva a mal…

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E pronto. Chegou o dia que eu sempre receei. O dia em que eles não levam fatos de carnaval feitos em casa. Os três desde que o carnaval apareceu nas conversas, decidiram que queriam ser o super homem. Os três. E livre-se aquele que disser que a Luz é a super mulher porque não. Super homem. Ainda pensei fazer os fatos, mas depressa desisti da ideia, para além do trabalho que iriam dar, eles estão demasiados exigentes para correr o risco de chegar à manha de carnaval e dizerem que o fato está horrível.
Então, decidida a comprar 3 super homens avancei com calma para o primeiro supermercado, com a certeza que sairia de lá com 3 fatos. Super homem é básico, pensei. Mas aí começou o martírio. Um supermercado, dois, três supermercados. Uma loja chinesa, duas, a maior loja chinesa de Lisboa, a maior de Cascais e NADA. Tartarugas ninja, homens aranha, tudo. Super homem definitivamente não está na moda – É o que dá pôr os filhos a ver filmes dos anos 80….
Mas, na ultima diligência desta aventura encontrei 3 fatos do “super” exactamente do tamanho deles, por apenas 7€ cada um. Ufa, consegui… Que feliz que fiquei pó ter conseguido fazer lhes a vontade.
Manhã do dia de carnaval:
Benjamim: “mãe, eu não quero ir de super homem, quero ir de zorro”.

Não, definitivamente não gosto do carnaval.

Todos para uma tatuagem

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E porque não transformar uma tatuagem num programa de família?! Desde o verão que ando para fazer esta tatuagem. Felizmente temos a sorte de um grande grande amigo, já desde os tempos do liceu, ter aberto recentemente uma loja de tatuagens. Todos queriam conhecer a loja e, claro ver como se fazem as tatuagens “verdadeiras”. Para mim, ficou ainda mais especial, só pelo facto de eles estarem ali. Para eles foi uma manhã super diferente e divertida – a loja tem luzes, motas, desenhos na parede e ainda por cima tudo ao som do Bob Marley que eles tanto gostam. E tenho a certeza que nunca se vão esquecer do dia em que a mãe fez uma tatuagem para sempre. “Oh mãe ela nunca nunca vai sair?”

Só falta dizer que ficou linda demais. Obrigada querido Júlio!

Barbearia

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Por mim, cá em casa ninguém cortava o cabelo. Mas, uma vez que há sempre uma altura em que as franjas vão para os olhos e em que os rapazes dizem parecer meninas, tenho mesmo de ceder.
Cá em casa temos a sorte do nosso padeiro, carpinteiro, agricultor e pintor e faztudooresto ser também barbeiro. Segundo a explicação dele, cortar o cabelo a rapazes é muito simples (por ele usava a máquina, mas a minha reacção é tal que hoje em dia nem fala do assunto…) – basta usar os dedos para escolher o tamanho que se quer cortar o cabelo dos meninos, segurar uma madeixa entre os dedos e cortar  as pontas que ficam de fora.
É rápido, barato e, tenho de admitir, ficam lindos…
Agora é só esperar que cresça outra vez!

Quando eu nasci

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Quando eu nasci nunca tinha visto nada. Só um escuro, muito escuro na barriga da minha mãe. ”
Este livro já pode ser considerado um dos clássicos cá de casa. Começámos a contá-lo quando estávamos à espera do Benjamim – já tem portanto mais de quatro anos. Houve uma altura em que o Jacinto o sabia de cor… E acho que o ajudou a preparar-se para o(s) bebé(s) que vinha(m) a caminho.
Quando acabamos fazem sempre mil perguntas sobre como foi quando nasceram e como era na barriga da mãe. “Oh mãe se eu não conhecia ninguém como é que sabia que a mãe era a mãe e o pai era o pai?