Palmiers de pistácios e queijo

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Já tinha experimentado fazer, com massa folhada já pronta, palmiers doces. Mas, na edição deste mês desta revista li uma receita apetitosa de palmiers com parmesão e pistácios que resolvi experimentar.
Tivémos um pequeno problema quando os estávamos a fazer: Depois de descascar quase um pacote de pistácios, quando olhei para o almofariz para os moer, já quase não havia pois os meus pequenos ajudantes simplesmente devoraram os pistácios todos… De qualquer forma ainda havia suficiente para a receita, então seguimos em frente.

Primeiro estendemos a massa folhada e, com um pouco de manteiga derretida, barramos a massa com a ajuda de um pincel.
Salpicamos com os pistácios levemente moídos e ralamos o queijo parmesão até cobrir toda a massa.
De uma das extremidades até ao centro fazemos um rolinho e, a começar na outra extremidade fazemos outro rolinho até chegar novamente ao centro.
Com uma boa faca cortamos em fatias finas. Voltamos a pincelar com a manteiga derretida e salpicamos com flor de sal ou sal grosso.
Vão ao forno, num tabuleiro forrado com papel vegetal 200 graus até estarem dourados.

São uma bomba calórica, mas conservam se bem num frasco, pelo que podemos só comer um de vez em quando. Se o resto da família não os comer todos, claro!

Fim do dia em três tempos

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Primeiro tempo:
Acho que estou a ficar viciada nestas luvas… Ando sempre com elas de um lado para o outro e prometo-as a toda a gente. Hoje, quando saí do trabalho, tive a sorte de ter de esperar pela minha boleia mesmo em frente ao mar.

Segundo tempo:
Preparar um lanche tardio para os filhos, mesmo sabendo que iam ficar sem fome para o jantar. Que contentes ficaram com a nova máquina de fazer waffles!

Terceiro tempo:
Arrumar a sala ao som do nosso novo disco do Bob Dylan, enquanto fingimos não perceber que eles ainda estão acordados….

Ovelinha dá-me lã

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Temos estado a ler esta história. Para além de ser uma história muito simples e doce, eles adoram e ajuda-os a perceber a origem das coisas. vivemos numa cultura em que tudo já está feito, não há espaço nem tempo para perceber que uma camisola não foi sempre uma camisola – ainda houve a meada e ainda houve um memé por aí que deu o seu pelo para a nossa lã – que um pão não foi sempre um pão e que antes ainda houve farinha e antes da farinha ainda houve o trigo e alguém que o plantou.
Gosto que os meus filhos saibam intrinsecamente estes percursos, e é essa uma das razões pela qual cá em casa tentamos fazer tudo o que podermos e andar para trás no percurso das coisas o máximo que conseguirmos.
Esta história é portuguesa, escrita por alguém que partilha comigo o gosto pelo tricot, e provavelmente pelas ovelhas.
Sabem a história de cor, de tantas vezes já lhes li, mas continuam a ter perguntas. Diz o Jacinto preocupado, com ar de que se a resposta for negativa não volta a vestir uma camisola ” oh mãe o pelo delas cresce outra vez ou ficam sempre com frio?”

O estranho caso das bolachas desaparecidas

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Que bom que foi passar o final da tarde a fazer bolachas com a minha filha e minha afilhada. As três, cheias de espírito natalício, rodeadas de formas, açúcar e farinha. Para variar das típicas bolachas lembrei me de derreter chocolate cobrir metade da bolacha. Ficam muito mais gulosas assim…
No entanto, têm que se deixar a arrefecer até o chocolate estar completamente solidificado. Deixei-as então a arrefecer durante toda a noite. Claro, com os filhos e sobrinha contrariados porque queriam comer logo todas. convenci-os que iria ser muito melhor comê-las na manhã seguinte.

Mas hoje procurei por todo o lado e não encontrei as bolachas… e então achei que era o dia de apresentar os mais dois . Vê -se bem quem foi o culpado não vê?

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Presépio

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No ano passado, tanto eles brincaram com o nosso presépio que ele – já frágil de tão antigo- se partiu. Desde aí que tenho tentado imaginar o melhor presépio para fazer cá para casa… Mas não me lembrava de nada.
Até que, ao vê-los sempre tão entretidos com os seus queridos playmobiles – e também com uma ideia desta revista – que me lembrei que era exactamente com estes brinquedos que iria fazer o nosso presépio.
Por acaso até existe o presépio da playmobil mas é caro… Para além disso este foi feito com a participação deles, -e por isso com muito mais significado – e foram eles que escolheram quais os personagens que iam representar quem.
Tem sido um sucesso este nosso presépio!